Lazarte Franceschi Fellowship
BRASIL → VALE DO SILÍCIOBRAZIL → SILICON VALLEY
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Levamos o melhor talento técnico brasileiro
para a fronteira da IA.
We take Brazil's best technical talent
to the frontier of AI.

Patrocinamos e cuidamos do seu processo de visto americano. Selecionamos cerca de 10 fellows para passar um ano no Vale do Silício — ao lado dos melhores founders, researchers, engenheiros, e investidores do mundo.We sponsor and support your U.S. visa process. We select around 10 fellows to spend a year in Silicon Valley — alongside the world's best founders, researchers, engineers, and investors.

Inscrições abertas — Turma 2027Applications open — 2027 Cohort
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Em breveComing soon
Manifesto

A fronteira da IA precisa de mais brasileiros.

De onde a gente veio

Um de nós cresceu no Rio de Janeiro desmontando tudo o que caía nas suas mãos. Aos 13, fez o primeiro jailbreak de um iPhone no Brasil. Aos 15, fez a Siri falar português. Aos 16, co-fundou o Pagar.me. Anos depois, veio estudar em Stanford, largou o curso no primeiro ano e fundou a Brex em São Francisco.

O outro construiu com o irmão, de São Paulo, um dos maiores estúdios de jogos mobile do mundo, a Wildlife, com bilhões de downloads. Mudou-se para São Francisco, foi sócio da Benchmark, fundou a Diffusion, seu próprio fundo, e hoje investe nas empresas que estão definindo a era da IA.

O que São Francisco nos ensinou

Nossas trajetórias começaram no Brasil, mas o ponto de virada foi o mesmo: chegar aqui e passar mais de uma década trabalhando ao lado das pessoas que estão inventando o futuro.

Aprendemos duas coisas. A primeira: essas pessoas não são mais inteligentes do que as que deixamos no Brasil. A segunda: proximidade importa muito mais do que deveria. Quando a pessoa na mesa ao lado levanta uma rodada ou lança um modelo, construir algo enorme deixa de ser sonho e vira decisão prática. O Vale do Silício é, acima de tudo, uma densidade rara de gente construindo. Entrar nessa densidade mudou tudo para nós.

O problema

O Brasil produz gente excepcional em escala: medalhistas de olimpíadas internacionais, engenheiros das melhores escolas do país, autodidatas de fórum e madrugada. Um dos primeiros programadores de uma das nossas empresas foi encontrado por acaso num fórum na internet, um garoto de Anápolis que aos 11 anos escreveu sozinho um tradutor entre linguagens de programação. Ninguém tinha ido procurar ele.

Estamos cansados dessa loteria. A distância entre esses jovens e a fronteira da tecnologia costuma ser tratada como uma distância de capacidade. Na prática, é acesso: um visto, uma passagem, dez apresentações certas. Tudo tem solução. Existem bolsas brilhantes para estudar fora. Faltava algo desenhado para colocar quem constrói no meio de quem está construindo a fronteira.

O que está em jogo

A IA é a maior mudança de plataforma das nossas vidas. As empresas que vão definir as próximas décadas estão sendo fundadas agora, por equipes minúsculas, quase todas na mesma região da Califórnia. Dez pessoas certas hoje valem mais do que mil quase certas.

Mercado Livre e Nubank, as duas maiores empresas de tecnologia da América Latina, contam a mesma história: seus fundadores passaram um tempo imersos no Vale do Silício antes de fundá-las. Mike Krieger saiu de São Paulo, co-criou o Instagram e hoje lidera produto na Anthropic. Quantos Mike Kriegers o Brasil tem agora, aos 19 anos, sem visto, sem rede, sem saber que esse caminho existe? Se nada mudar, o Brasil vai passar as próximas décadas comprando o futuro pronto.

No que acreditamos

Acreditamos que talento nasce em todo lugar, e que a fronteira, por enquanto, fica num lugar só.

Acreditamos que ambição é contagiosa: o maior presente para uma pessoa excepcional é colocá-la numa sala onde ela deixa de ser a mais impressionante.

Acreditamos que o caminho para o Brasil ser protagonista em IA é ter brasileiros fundando e construindo na fronteira. Gigantes de tecnologia com sotaque brasileiro.

Amar o Brasil, para nós, significa dar à próxima geração o que a nossa não teve: uma porta de entrada.

A Fellowship

Todo ano, vamos escolher cerca de dez jovens brasileiros, os talentos técnicos mais fora da curva do país, e remover tudo o que os separa da fronteira. Ajudamos com o seu visto americano e trazemos você para São Francisco.

Lá, não há manual de instruções, o caminho você mesmo constrói. O que tem são portas abertas: os fundadores, pesquisadores e investidores que levamos uma década para conhecer, você conhece nos primeiros meses. Seja o seu caminho um laboratório de fronteira, uma empresa de ponta ou a sua própria startup, nós fazemos as apresentações, sempre dentro do que o seu visto permite. Mais do que tudo, buscamos ambição desproporcional. A inscrição é curta de propósito: duas perguntas. A coisa mais legal que você já construiu e o problema técnico mais difícil que você já resolveu. Se você contribui para projetos open source de madrugada, resolve problemas de olimpíada por diversão ou construiu algo que ninguém mandou construir, é você que estamos procurando.

O que fazer agora

As inscrições estão abertas em lazartefranceschi.org (data limite a ser anunciada). A turma será anunciada em dezembro de 2026. Em janeiro de 2027, ela desembarca em São Francisco.

Nós dois chegamos ao Vale do Silício com talento, garra e sorte. Criamos esta fellowship para tirar a sorte da equação.

Te vemos em São Francisco!

Manifesto

The AI frontier needs more Brazilians.

Where we come from

One of us grew up in Rio de Janeiro taking apart everything he could get his hands on. At 13, he did the first iPhone jailbreak in Brazil. At 15, he made Siri speak Portuguese. At 16, he co-founded Pagar.me. Years later, he came to study at Stanford, dropped out in his first year, and founded Brex in San Francisco.

The other built with his brother, from São Paulo, one of the largest mobile gaming studios in the world, Wildlife, with billions of downloads. He moved to San Francisco, was a partner at Benchmark, founded Diffusion, his own fund, and today invests in the companies defining the AI era.

What San Francisco taught us

Our paths began in Brazil, but the turning point was the same: getting here and spending more than a decade working alongside the people inventing the future.

We learned two things. First: these people are not smarter than the ones we left in Brazil. Second: proximity matters far more than it should. When the person at the next desk raises a round or ships a model, building something huge stops being a dream and becomes a practical decision. Silicon Valley is, above all, a rare density of people building. Entering that density changed everything for us.

The problem

Brazil produces exceptional people at scale: international olympiad medalists, engineers from the country's best schools, self-taught kids on forums programming into the night. One of the first engineers at one of our companies was found by chance on a hardware forum, a kid from Anápolis who at 11 had written, on his own, a translator between programming languages. No one had gone looking for him.

We are tired of this lottery. The distance between these young people and the technology frontier is usually treated as a distance of ability. In practice, it is access: a visa, a plane ticket, ten right introductions. All of it is solvable. There are brilliant scholarships to study abroad. What was missing was something designed to put people who build in the middle of the people building the frontier.

What is at stake

AI is the biggest platform shift of our lifetimes. The companies that will define the coming decades are being founded now, by tiny teams, almost all in the same region of California. Ten right people today are worth more than a thousand almost-right ones.

Mercado Livre and Nubank, the two largest technology companies ever created in Latin America, tell the same story: their founders spent time immersed in Silicon Valley before founding them. Mike Krieger left São Paulo, co-created Instagram, and today leads product at Anthropic. How many Mike Kriegers does Brazil have right now, at 19, with no visa, no network, and no idea this path exists? If nothing changes, Brazil will spend the coming decades buying the future ready-made.

What we believe

We believe talent is born everywhere, and that the frontier, for now, sits in one place only.

We believe ambition is contagious: the greatest gift you can give an exceptional person is a room where they are no longer the most impressive one in it.

We believe the way for Brazil to become a protagonist in AI is Brazilians founding and building at the frontier. Technology giants with a Brazilian accent.

Loving Brazil, for us, means giving the next generation what ours did not have: a way in.

The Fellowship

Every year, we will pick around ten young Brazilians, the most extraordinary we can find, and remove everything that separates them from the frontier. We sponsor and support your U.S. visa application, and we cover your move to San Francisco.

There, you will find no curriculum and no hand-holding. You will find open doors: we will open our network to you — the founders, researchers, and investors it took us a decade to meet. Whether your path is a frontier lab, a top company, or your own startup, we make the introductions, always within what your visa category permits. More than anything, we look for disproportionate ambition. The application is short on purpose: two questions. The coolest thing you’ve ever built and the hardest technical problem you’ve solved. If you maintain an open source project at 2 a.m., solve olympiad problems for sport, or built something nobody asked you to build, you are who we are looking for.

What to do now

Applications are open at lazartefranceschi.org (deadline to be announced). The cohort is expected to be announced in December 2026 and to arrive in San Francisco in January 2027.

The two of us made it to Silicon Valley with talent, grit, and luck. We created this fellowship to take luck out of the equation.

See you in San Francisco!

O essencial

  • O que é: uma bolsa que leva cerca de 10 jovens brasileiros por ano para o Vale do Silício
  • O que inclui: auxílio com o visto americano e acesso direto à rede de fundadores, pesquisadores e investidores dos criadores do programa
  • Para quem: jovens brasileiros, de 18 a 27 anos, de trajetória excepcional, com forte inclinação técnica
  • Inscrição: lazartefranceschi.org, data limite a ser anunciada
  • Datas: turma anunciada em dezembro de 2026; mudança para São Francisco em janeiro de 2027

The essentials

  • What it is: a fellowship that takes around ten young Brazilians per year to Silicon Valley
  • What it includes: U.S. visa sponsorship and application support, relocation to San Francisco, and direct access to the program creators' network of founders, researchers, and investors
  • Who it is for: young Brazilians, age 18-27, with exceptional trajectories and a strong technical background
  • How to apply: lazartefranceschi.org, deadline to be announced
  • Expected dates: cohort announced in December 2026; move to San Francisco in January 2027

Formulário de InscriçãoApplication Form

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Campo obrigatório.
O programa é voltado a jovens de 18 a 27 anos.The program is for ages 18 to 27.
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Ex.: ensino médio, graduação em andamento, formado(a), mestrado.E.g.: high school, undergrad in progress, graduated, master's.
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0 / 2000
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0 / 3500
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Inscrição enviada!Application submitted!

Obrigado por se candidatar à Lazarte Franceschi Fellowship,Thank you for applying to the Lazarte Franceschi Fellowship, .

Número de protocoloProtocol number

Guarde este número. A seleção da turma 2027 está prevista para até dezembro de 2026. Se a sua candidatura avançar, entraremos em contato pelo e-mailKeep this number. The 2027 cohort selection is expected by December 2026. If your application advances, we will contact you at .

Enquanto isso: continue construindo.Meanwhile: keep building.